terça-feira, 4 de novembro de 2014

(...)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Memórias

Memórias não são como qualquer rabisco que se apaga fácil. E eu, pra falar a verdade, não me arrisco a tentar achar lógica em certas situações da vida. Faz alguns meses que eu tenho repetido certas lembranças em minha mente, involuntariamente. E são muitos momentos guardados, dezenas deles, milhares. Examinei, avaliei um por um, cada um deles repetidamente. Cheguei a conclusão de que erramos quando previamente definimos que as crises existem apenas pra nos derrubar. Como podemos ser tão tolos a ponto de achar que toda dor nunca tem fim? Imaturidade apenas. Sempre haverá um lugar aconchegante pro nosso coração descansar, devemos apenas nos permitir. Memórias são pequenas histórias que contamos pra nós mesmos, lembrando nosso coração de que laços não são algemas.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

(...)

"Não posso me ferir por alguém que não me cicatriza."

segunda-feira, 14 de julho de 2014

(...)

Eu não me arrisco a tentar achar lógica em certas situações da vida.

domingo, 29 de junho de 2014

(...)

"Vão tentar derrubar, que é pra me ver crescer e às vezes me matar, que é pra eu renascer."

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Sobre esquinas e adeus

Há algo de patológico em querer buscar o que te destrói. Existir na vida de alguém é muito mais do que andar de mãos dadas por aí. A dor pode nos ensinar muito mais do que podemos imaginar. Quando chegamos na primeira esquina do adeus a vontade que a gente tem é de desistir. Por que é que a gente não esquece do caminho que nos levou até lá? Que coração é esse que, apesar de tudo nunca desiste? Esse passado que carregamos, esse sentimento que não deixamos pra trás existe pra nos lembrar que cada história que vivemos tem um  significado e que nenhum deles existiu pra nos derrubar.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

(...)

Nunca se desculpe por se importar.

terça-feira, 25 de março de 2014

Sobre ter esperança

Quando o que a gente busca mudar, mudamos também pensamentos que antes nos faziam acreditar naquilo que nunca nos faria bem. Um futuro incerto, talvez alguns momentos de felicidade e nada mais que isso. Devemos levantar. Juntar todos os pedaços que restaram do nosso coração e o reconstruir. Podemos não lembrar de como ele era antes, de como funcionava tão bem, mas só nós mesmos podemos nos permitir juntar seus pequenos pedaços espalhados pelo chão. Somos tolos. Tolos por achar que vivemos a verdade absoluta de um amor perfeito. Mais tolos ainda por esperar que o desfecho seja diferente. A verdade é que sempre desejamos experimentar mais uma dose de esperança. E essa vontade nunca termina.

sábado, 15 de março de 2014

(...)


Já pode descansar, coração.

domingo, 9 de março de 2014

(...)

Amar sozinho, a gente ama o espelho. Se escolhemos alguém com quem queremos dividir momentos, sejam positivos ou negativos, devemos usar os gestos, as palavras, as artimanhas e qualquer outras ferramentas, que diga, assim, mesmo que nas entrelinhas: Ei, psiu, eu te amo. Eu gosto de você.
Temos muito pouco tempo, às vezes, pra dizer tudo que queremos. Todos os momentos são raros, só pelo simples motivo que você já sabe: eles não voltam.

Licença Creative Commons
A obra Sinta o Amor foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Proibição de Obras Derivadas 3.0 Brasil.