terça-feira, 30 de março de 2010

sentimentos


Passei muito tempo sem entender o que se passava na minha mente e no meu coração, tentei de todo jeito não criar laços, mas eles surgiam sem que pudesse impedir. É, acho que eu não tive escolha. Mas o ponto pior não é esse, a parte que eu realmente odeio é ter não poder demonstrar todo sentimento que eu guardo dentro de mim. E ele cresce, eu sei e sinto isso de todas as formas. Não adianta tentar fugir dos meus sentimentos, quando meu coração está pedindo por você e se você tem medo de amar, eu sinto o mesmo em relação a você. Não adianta eu tentar fugir dos meus sentimentos, se é fato que o meu coração está ligado ao teu de uma forma tão extraordinária que os laços não se desmancham. Eu já tentei, eu juro que tentei desatá-los, mas não dá.  Passando a te amar eu descobri um pouco mais de mim, coisas que eu não sabia que existiam, e hoje eu me dei conta estou presa a você por todos os lados. Fica impossível rir ou chorar se não for por tua causa. Estou silenciosa e escondida, apenas esperando teu sinal, mas o silêncio me corrói e meus olhos úmidos vivem a te mirar na esperança do amor. E de repente eu me pergunto: será que você sabe do meu amor? É tão difícil assim perceber isso? Eu acho que não.

sábado, 27 de março de 2010

Laços

Quando, comum passo, você fica dois passos mais adiante, é porque ele também está indo embora. E aí você começa a pensar  nesses laços invisíveis que nos amarramos uns aos outros. Que tamanho eles podem ter? Podem continuar apertados mesmo quando suas pontas já não mais ocupam o mesmo lugar? Você sente um fisgão no pulso quando abraça outro alguém? Se livre dos laços. Não falo de cortar. Pode amarrá-los com o mesmo carinho que fez quando os tornou apertados como braçadeiras. Lembre-se que os laços não são algemas. Agora divida essa corda e presenteie quem quiser com os pedaços. Eles são pequenos o suficiente para não virarem nós? Perfeito. (beeshop)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Photoshop cs4

Pra quem cansou de tentar baixar o editor de fotos mais famoso já inventado e desistiu devido ao peso do arquivo que geralmente é mais de 800 Mb, consegui um link para vocês baixarem de apenas 53,2 Mb. Agora vocês não vão precisar ficar horas e mais horas esperando concluir o download, além de não deixar o pc lento. Tem gente que acha super difícil usar o programa, mas existem "actions" que tornam ele fácil, abaixo vocês encontram um pacote contendo 50, é só adicionar e pronto!

 

quarta-feira, 24 de março de 2010

Medo de sofrer?


Hoje eu acordei pensando, as vezes nós temos tanta dificuldade para manter as coisas, seja por medo de sofrer, medo do desconhecido ou apenas por pura frieza, talvez. Mas o fato de não se entregar completamente pode nos proteger do sofrimento, pelo menos é o que deduzimos. Então nos questionamos: porque é que a gente necessita tanto se entregar de corpo e alma pra uma pessoa que poderá nos ferir no momento seguinte após te dizer "eu te amo" e que com isso nos obriga a tentar de todas as formas possíveis e impossíveis esquecer, apagar da memória e do coração a sua existência. Mas é assim, sempre foi dessa forma e não há de mudar tão cedo e precisamos aprender a nos conformar com isso. A partir daí descobrimos a mais triste de todas as verdades: somos movidos à tristeza, às incertezas e às decepções. É o que nos dá vigor e nos faz buscar a cada dia a felicidade em cada momento de nossas vidas. Por pior que seja o final da história, o que vale são os momentos em que fomos felizes, isso sim é valioso, são exatamente esses momentos que nos fazem pensar e ter certeza de que valeu a pena. Por trás das máscaras sempre há um coração que necessita encontrar sua metade, nem que seja por um único instante e muitas vezes deixamos de viver belas histórias de amor por simples medo de amar.

sexta-feira, 19 de março de 2010

...



Seria tão bom sair por aquela porta e conhecer alguém sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto para parecer interessante. Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse nossas máscaras, que segurasse minha mão e tocasse meu coração. Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse, alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse. Que me dissesse que eu canto mal, que eu falo demais e que risse das vezes em que eu fosse desastrada. Alguém de quem eu não precisasse.. mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo. Alguém com qualidades e defeitos suportáveis, que não fosse tão bonito e ainda assim eu não conseguisse olhar em outra direção. Que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo. Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém imperfeito, mas feito pra mim.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cinematográfico

 
Tem sido assim. Cada vez mais. Os filmes, sempre eles, servindo de matriz para os meus dias. Eu tenho um problema. Na verdade, vários, mas o problema em questão é que eu quero sempre transformar acontecimentos convencionais em eventos cinematográficos, aquela velha história de "ter coisas pra contar". Mas isso cansa. E me deixa desapontada, quando eu não consigo. Hoje em dia me pego gostando cada vez menos dos documentários, pulando de cabeça num mundo ficções, de aventuras. De cabeça mesmo. Os coadjuvantes vem e vão, e eu gosto muito de contracenar. Uns vem e nem se vão. Ficam por aí, até que surja uma nova cena para eles estrelarem. É, passei a encarar os dias como se fossem cenas, as horas como se fossem takes, os momentos como se fossem quadros. E não é tão legal quanto parece. Já explico o porquê. É que assim eu acabo deixando passar despercebidos momentos não-cinematográficos, mas que, nem por isso deixam de ser bonitos. Pra quê ficar forçando? Um simples beijo é substituído por um amasso na mais torrencial das chuvas, numa parada de ônibus aleatória. Enfim, é uma pressão infinita, pra extrair de todo e qualquer momento o mais intenso dos sentimentos. Cansativo. Suspeito que isso seja culpa das músicas, da abordagem que eu uso nos meus relatos, desse super-realismo-exagerado. 
Lucas Silveira.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Natural disaster

 

domingo, 7 de março de 2010

Vazio




E no final eu sempre acabo no mesmo lugar. Um quarto vazio, coberta de meus pensamentos, tentando desvendar a mim mesma tudo aquilo que eu sinto. Estranho? Sim, e muito. Mas as coisas sempre são estranhas. Conhecer a si mesmo não é uma tarefa tão fácil assim é? Pra mim nunca foi. E se pra mim é difícil , para os outros se torna impossível. Não que euseja algo indecifrável , mas a verdade é que é difícil pra qualquer um entender todos os momentos em que eu não sou ‘eu mesma’. E o fato é que existe um vazio. Que tipo de vazio? Ainda não sei, apenas sei que ele existe. Dá pra superar, não?. Eu sempre superei.

sábado, 6 de março de 2010

Sentimentos


E nós estamos sempre querendo sentir. Queremos com tanta veemência, que não sabemos se estamos sentindo de verdade ou se estamos forçando a barra, fazendo tudo que é possível para acreditarmos que estamos, felizes e... sentindo as coisas. Às vezes me pego sentindo nada, ou quase nada, mesmo quando tudo que quero é sentir algo.
Lucas Silveira.

quinta-feira, 4 de março de 2010

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O fato é que eu não sei dividir as pessoas que eu amo. Eu nunca soube mesmo. Meu coração não aceita a triste idéia de perder algo pra alguém, assim tão fácil. É como se eu trancasse tudo com sete chaves, protejendo de todas as formas possíveis e impossíveis. Não suporto a idéia de perdê-las nem que seja por um instante. Egoismo? Não. Eu chamo de cuidado. É tão difícil conseguir-mos uma coisa a qual a gente tenha tanto amor que o medo de perdê-la  é maior do que qualquer coisa que possa existir. E eu nunca fui de ter  coisas assim, que eu pudesse dizer que realmente "são minhas". As poucas coisas que eu prezo realmente são importantes pra mim. Não são coisas materiais, são pessoas. Pessoas que eu amo e que se tornaram especiais na minha vida. Então, porque perdê-las assim de bandeja pra vida? O pior pra mim é perceber que as coisas realmente começam a escapar por entre meus dedos. Não posso mais segurá-las, não posso mais trancá-las em algum lugar distante, onde ninguém possa ter acesso. E é ainda pior quando eu percebo que as pessoas não fazem o mínimo de questão pra impedir que isso aconteça. Já não dão tanta importância pro que pode acontecer com os antigos laços. Tudo o que a gente construiu com tanto cuidado acaba sendo insignificante pra alguém. Foi tudo em vão? E o que me resta fazer? Nada. Apenas aceitar. Reencontrá-las com um sorriso nos lábios que me sirva pra disfarçar a dor. E dói bastante, não é pouco. Mas a gente acaba se acostumando a perder. Acho que me acostumei.

Coisas óbvias

 
Aquele momento era passageiro, como uma nuvem sendo levada pelo vento. Nada dura eternamente, isto é fato. O que mais eu podia esperar? Não pude me preparar para o pior e não posso mudar meu passado, ninguém pode. Queria que pudesse durar para sempre, mas não é possível. Não, não é possível. Nunca foi. E de repente a tua imagem se desmancha no ar, se vai... não vejo mais o teu sorriso, o teu olhar. Fecho os olhos em silêncio e relembro as recordações como se fossem cenas de um filme. As lembranças vêm e vão em minha mente. Não poderia ser pior. Ou poderia, talvez. É como se eu observasse o oceano e tentasse tocar o horizonte com a ponta dos dedos. A gente tenta de todas as formas esquecer, apagar do passado, da memória. O fato das coisas serem tão óbvias me deixa ainda mais angustiada. Distante? Muito pior do que isso. E mais uma vez eu não pude impedir o previsível. Coisas óbvias, essas são sempre as piores.

terça-feira, 2 de março de 2010

Miss you

Licença Creative Commons
A obra Sinta o Amor foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Proibição de Obras Derivadas 3.0 Brasil.