quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ouça

Só não queria dizer adeus, eu não queria perder 
o que sempre foi meu, pois não há alguém que possa te amar.
(Fresno - Porto Alegre ) Ouça a música | Baixe a música

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

(...)

Viver o romance é estar em apuros. Estou vivendo, 
e não quero ser salvo.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Love?

Amor? Amor, amor, amor.
O que ele tem de bom?
Absolutamente nada.
(Effy - Skins)

domingo, 19 de setembro de 2010

A menina que roubava livros

Faz tempo que me indicaram este livro e eu nunca tinha tempo pra ler, então decidi começar hoje. É um romance escrito por um australiano chamado Markus Zusak e seu lançamento no Brasil aconteceu em março de 2007. A história é narrada pela morte e fala sobre Liesel Meminger, garota que com a morte do seu irmão rouba seu primeiro livro que cai do bolso do coveiro e é apaixonada por seu amigo Rudy Steiner, que a ajudava com os roubos. Quem aí já leu ou tem vontade de ler?

Anjos

Os anjos estão vindo apagar o que eu sinto por você. 
Os anjos estão vindo arrancar tudo o que faz sofrer por não mostrar meu sentimento. 
(Esteban Tavares)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A dor

Existem pessoas que perdoam e as que guardam mágoa. Existem as que andam com os pés no chão e as que se deixam levar pelo coração. Mas o ponto que eu quero chegar é essa coisa que nos faz perdoar erros imperdoáveis, esquecer a dor que nos tirou o sono durante semanas e que as vezes a gente lembra e sente como se tivesse acontecido naquele mesmo momento e que apesar do tempo a dor não se tornou menor. Então, se conforme, esse sentimento vai te acompanhar durante toda sua vida. Acostume-se e conviva com sua nova companheira: a dor. Você realmente vai precisar.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Saudade

Encheria o meu quarto e o teu, se fosse sólida, a saudade.
Lucas Silveira

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Para ouvir

Quando a vida nos deixa cego o amor nos mantém unidos.
(Linkin Park - The Messenger) Ouça a música | Baixe a música 

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

(...)

Cassie: lembra-se quando me levou na ambulância depois que eu tentei me matar?
Jal: Claro.
Cassie: Sentir amor é daquele jeito. 
(Skins) 

domingo, 12 de setembro de 2010

(...)

"Ele mexe comigo, esse garoto. Sempre. É sua única desvantagem. 
Ele pisoteia meu coração. Ele me faz chorar." 
(Do livro: A menina que roubava livros.)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

(...)

O que será que acontece pra gente um dia não se querer mais?
(Lucas Silveira) 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Listen, I love you

Ouça, eu te amo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O que te impede de pular?

Sabe quando você escuta a mesma música um milhão de vezes e percebe que seus ouvidos já não aguentam, mas você insiste? É exatamente assim que o amor se manifesta. O fato dele ter este controle sobre a vida de alguém me preocupa e me tira o sono. É como se ver diante de um precipício prestes a se jogar, então você pára e pensa: "O que acontece se eu pular?". O que nos sustenta é essa adrenalina que sentimos durante a queda, antes de chegar ao chão.

...e eu ainda nem começei a falar das nuvens.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Arrepios

Você já sentiu um arrepio atrás da nuca, como se fosse a morte passando por você? Eu já. Sinto isso todo o tempo. É como a dor de ver partir um ser amado. Seu coração bate rápido e devagar ao mesmo tempo, ele começa rápido mais depois diminui, vai perdendo sua força aos poucos. Até ele parar. Quando ele pára você sente seu mundo desabar, seu chão cair. Como se fosse a dor de alguém pegar uma faca e arrancar o seu coração a sangue frio, com o desmazelo e a frieza, o ódio. Mas aí você pensa: “não vou chorar, eu vou ser forte”. Mas ser forte, o que é isso? É ter que falar com ele sem olhar nos olhos, para não transparecer o meu amor, é vê-lo com outra e ficar calada, é não correr para os braços dele e implorar para que fique comigo. É chorar escondido e sorrir na frente dele, é não deixar cair uma lágrima sabendo notícias dele, e se alguém perguntar “você ainda gosta dele?”, ser forte e responder que não sinte mais nada, mesmo que a minha vontade seja de gritar para todos que eu ainda o amo. Então você muda completamente, e mente pra você mesma que está tudo bem e que não está nem aí para nada. Sua vida começa a melhorar e você começa a sorrir mais e faz da sua vida algo melhor do que já viu e ouviu, não busca a perfeição em mais ninguém, e espera que não busquem isso de você. Só que ai você sente aquele arrepio atrás da nuca de novo, desaba e diz pra você mesma nunca vai conseguir sozinha. Chora, chora e mais uma vez recua, e acaba o segurando pela mão, e o abraça para poder sentir as estrelas de novo, porque o que importa mesmo é saber que o mesmo céu que eu vejo, ilumina nós dois. E cada carinho que você leva até ele, representa cada pedaço do seu coração. Você não consegue ficar sem ele, porque a presença dele faz seu coração sentir a diferença, mas este é o começo do fim, porque ele não está aqui. Então a partir daí, você percebe que não era mais a mesma coisa, que é tarde demais, pois você o amou até o fim e ele nem percebeu que você morreu aos poucos sentindo a falta dele. Você conhece pessoas novas, faz amizades novas, mas no fundo, você está sempre sentada na mesa de canto, à espera do seu amor perdido. Você até pensa em se entregar de novo, mas então novamente, você sente aquele arrepio atrás da nuca. (Origem do texto.)

Ouça

"Aqui estou eu com meu coração no chão e meu amor fora da porta.
Você deveria ter batido."
(Meiko - Under my bed) 

sábado, 4 de setembro de 2010

A queda

Quando nossos olhos se enchem de lágrimas temos a esperança que um dia o tempo possa secá-las. Lágrimas sempre percorrem o mesmo trajeto, enfim. Quando olhamos nos olhos de alguém procuramos não por lágrimas, mas por um brilho diferente. O fato é que este mesmo brilho pode um dia nos cegar. Quando entregamos nosso coração a alguém é o mesmo que dizer "Pegue-o, faça o que quiser com ele, ele é teu." Jamais esperamos que esta pessoa o esmigalhe em mil pedaços. Seria mais sensato entregar-mos pouco a pouco nosso coração, em pequenas partes, como se fosse um pequeno quebra cabeça. Se restarem algumas lacunas isto não significa que a pessoa te ame menos, mas sim que existem partes que não foram encaixadas corretamente e falhas que podem ser reparadas. Tentamos abraçar, muitas vezes, algo que não existe, algo que somente nós enxergamos. É como se estivéssemos abraçando o ar, então perdemos o equilíbrio e caimos, com o coração nas mãos. Quantas vezes você já caiu e esperou que alguém te segurasse antes de tocar o chão?

(...)

Não vou dizer que eu não posso viver sem você.
Porque eu posso. Mas, eu não quero. 
(Do filme: Dizem por aí)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

(...)

Sinto que somos como dois carrosséis que giram em sentidos opostos. 
Eu não quero saber o que acontece quando estamos de costas um para o outro.
(Lucas Silveira)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sonhos

Sempre tive sonhos que se repetem. Muitos deles envolvem nuvens e pessoas usando nuvens como meio de transporte. Acordo sempre com vontade de pisar na primeira nuvem que aparecer na minha frente. Elas nunca aparecem. E quando aparecem, estão lá no alto, te fazendo chover em mim. E eu não tenho guarda-chuva. Deixo os pingos percorrerem seu caminho aleatório pela minha pele ou serem absorvidos por fibras, tecidos e cabelos. Mas, na verdade, tudo que eu queria era, pelo menos por um dia, que uma nuvem descesse para me dar uma carona, sair para passear comigo, me levando para onde bem entendesse e, que quando cansada do fardo, me jogasse lá de cima, para chover em cima de ti.
Lucas Silveira

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