terça-feira, 30 de novembro de 2010

(...)

Você poderia ter escolhido qualquer um. Por que eu? 
(Do filme: Closer, Perto Demais) 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

(...)

Me deixe com quem pode me levar pra longe de tudo 
que eu construí pra te esperar.
(Esteban Tavares) 

sábado, 27 de novembro de 2010

Eu queria

Eu poderia dizer que foi fácil tirar você da minha vida e que superei isso facilmente. Sentir meu coração livre e dizer que me sinto feliz sem você. Não sei mais o que sentir. Só queria que isso tudo fosse real. Tudo que eu consigo pensar é no quanto eu me odeio por não conseguir esquecer, deixar isso pra trás ou por seguir caminhos que sempre me levam a você. Nem queira saber. Nem tente entender. Não me venha representar o papel do típico garoto egoísta, porque isto não combina com você. Eu adorava o jeito como você fazia tudo parecer tão fácil e eu amava isso em você porque você era diferente de todos os outros. Eu queria esquecer que tenho um coração, nem que seja por um segundo. Talvez eu consiga.  

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

(...)

E eu poderia abrir meu coração e deixá-la fora,
você sabe exatamente o que quero dizer. 
(Lucas Silveira)

I love photo

Listen to your heart.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ouça

Você sabe onde o seu coração está? Você acha que pode encontrá-lo?
Ou você o trocou por alguma coisa ou algum lugar que valia mais a pena ter?
(One Republic - Say All I Need) Ouça a música | Baixe a música 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. 

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. 

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. 

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. 

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
(Martha Medeiros)

domingo, 21 de novembro de 2010

Just it

Não queria ser o que eu sou pra ti,
queria mudar e encontrar em mim você.
(Esteban Tavares)  

sábado, 20 de novembro de 2010

Smile

Sorriso. Ele fica bem em você. 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Memórias

O amor ainda faz parte de mim e impede que eu me concentre. Olho pra dentro de mim e só enxergo você, tatuado em meu coração. Eu te amei por tanto tempo. É inacreditável este poder que você exerce sobre mim. É algo tão forte que faz com que eu me feche para o resto do mundo, como se fosse impossível amar um outro alguém. Estou criando coragem, pouco a pouco. Hoje eu decidi esquecer, mas tudo que eu consigo pensar é na saudade, de tudo aquilo que você me faz lembrar. Nem mesmo as piores palavras do mundo vão me fazer esquecer. E por mais que eu tente esquecer ainda posso te ouvir, dentro do meu coração. Você não faz nem idéia do quanto me faz bem só o fato de poder estar perto de ti.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

(...)

Cassie: Sabe o que é pior em ter o coração partido? Não se lembrar como você se sentia antes. Tente manter esse sentimento, porque se ele for embora, nunca volta.
Chris: O que acontece então?
Cassie: Você vira um peso morto para o mundo e para tudo que há nele.
(Skins)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sobre esperar

Eu sempre desejei amar, mas foi só te ver partir que passei a ter pena de mim. A sensação de ver alguém que amamos indo embora é apavorante. Eu precisava ter te falado sobre mim, sobre nós, mas não era assim tão fácil. Antes que eu desse o primeiro passo a queda já era certa. Aguardava pelo melhor momento, mas enfim, acho que acabei esperando demais. Você levou toda a minha esperança, embora eu ainda sinta a tua presença aqui. Eu amava a forma como você era completamente diferente dos outros e o jeito como conseguia despertar em mim tanto amor. Eu desejava senti-lo,  mais do que eu pudesse ser capaz de sentir. Todo esse amor guardado no peito tornou o meu coração pequeno demais. Pequeno demais até pra suportar. E ele explodiu. Como eu gostaria que ele se reconstituísse, por si só, mas vejo pedaços dele por todo lugar. Todos os dias acordo vazia, sem direção. Me perdi. Eu sempre achei que isso tudo iria passar, mas não passou. E mais uma vez eu me enganei. 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O tempo

O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.
(Do livro: Lua Nova) 

domingo, 7 de novembro de 2010

Sobre histórias que se repetem

Você deve ter percebido a forma como tudo aconteceu, tão estranho. E mais estranho ainda é ter que passar por você, olhar em seus olhos e fingir que te esqueci. Estou tentando, do meu jeito. Seria bom se eu não necessitasse tanto da tua presença ou se eu colocasse a cabeça no travesseiro e não virasse a noite pensando em como tudo poderia ter sido diferente. As paredes parecem se aproximar cada vez mais e me tomam o ar. Acho que estou ficando louca. Eu preciso me lembrar que antes de ter você existia vida. E porque não há de existir agora? Na verdade, eu desejaria não sentir mais nada. Nem por você, nem por mais ninguém. Pelo menos não agora. Eu tenho esse direito, não tenho? Ás vezes tudo o que a gente precisa é dar um tempo, curar as antigas feridas e acalmar o coração, mas as pessoas parecem não entender isto. Quando olhamos para o lado e vemos somente o vazio a vontade de preenchê-lo e de sentir aquela dor no peito de novo acaba falando mais alto. E vai ser sempre assim, não há de mudar. 

sábado, 6 de novembro de 2010

I love photo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sentimentos

Às vezes acho que me fizeram capaz de sentir demais. E emanar demais o que é sentido, inclusive quando não faz sentido. E isso assusta, afugenta, por chamar atenção demais. Meus pensamentos são como um farol que não consegue se esconder na praia deserta. Ele sempre estará lá, ao alcance dos teus olhos, te impedindo de naufragar em mim. E não há nada capaz de me apagar. ( Lucas Silveira)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Por favor, confie em mim...

 ...decididamente eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável, e esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática, simpatia não tem nada a ver comigo. Isso preocupa você? insisto - não tenha medo. Sou tudo menos injusta.
  (Do livro: A menina que roubava livros)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

(...)

Não, meu bem, não adianta bancar o distante, lá vem o amor nos dilacerar de novo.

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